terça-feira, 29 de setembro de 2009

A VIDA É UMA INCÓGNITA

* VIVER É UMA INCÓGNITA
Há uma diferença bem distinta em definir o que é vida e o que é viver. Vida é um estado de animosidade que envolve um corpo ou ser. Viver é a essência de felicidade vivenciada por esse corpo ou ser vivo.
Viver é, portanto, um estado de espírito que se enquadra naquilo que é desconhecido e se procura saber.
Um ser, principalmente o ser humano, pode estar se sentindo biologicamente vivo e, no entanto, não estar vivendo. Porque, sendo o ser humano composto de corpo e alma na sua formação, viver é sentir ou captar em profundidade o prazer da própria existência nas dimensões conscientes do seu EU. É sentir-se envolvido pelo id em estado de satisfação que alimenta e tranquiliza a essência da alma.
Quando o corpo está vivo mas a alma está sofrendo, ou intranquila, não se está vivendo. Uma pessoa não está vivendo quando se encontra envolta por momentos de infelicidade, tristeza, e/ou torturas psíquicas, morais, ou fisiológicas. O estado d’alma em que nos sentimos envolvidos pela essência da paz, do amor, da tranqüilidade, ou de qualquer sentimento que eleve a nossa auto-estima, nos coloca na dimensão consciente a que podemos chamar de viver.
Por exemplo: quando uma mãe, cheia de ternura, beija e envolve em seus braços o pequeno filho sadio e sorridente, está vivenciando a essência de viver. Mas, quando essa mesma mãe se encontra envolta por uma tragédia de rapto desse mesmo filho e toma consciência da incerteza de que talvez nunca mais volte a vê-lo, mesmo estando viva, deixou de viver. Porque viver é a essência do prazer interior que alimenta o espírito em um indizível estado de felicidade e Paz.


           Que mistérios envolvem a morte?
           A morte não tem mistérios. A sua ocorrência é tão lógica, necessária e cristalina quanto o nascimento. O ser humano, por uma questão de cultura tradicional milenar, está sempre habituado a interpretar a morte como sendo a ausência da sua vida ou de outrem. Quando na realidade ela é apenas a ausência da vida do seu corpo material. Pois, a sua verdadeira essência de existência cósmica é a alma. E essa é imortal. A morte é, portanto, a porta de transição de uma vida atual para uma nova vida que surgirá, quiçá na mesma dimensão anterior. Há exemplos na natureza que nos mostram a necessidade da morte para a metamorfose (mudança perene), dos seres vivos em várias dimensões. Assim: a semente morre para que surja o arbusto; o espermatozóide, vivenciando envolto pelo óvulo, morre para que surja o embrião; que, por sua vez, morre para que surja o feto; que morre para que surja a criança, que morre para que surja o adolescente, que morre para que surja o adulto; o alevino morre para que surja o peixe; o girino morre para que surja o sapo; a lagarta morre para que surja a borboleta; o corpo humano morre para que a alma se liberte e surja um novo ser humano, com a sua reencarnação em um novo corpo.

sábado, 26 de setembro de 2009

Bem-vindo



Este é um blog criado para falar das coisas da vida. Seja bem-vindo e deixe sempre o seu comentário.